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terça-feira, 10 de agosto de 2010

Armani em 3D


E a onda do 3D agora está no mercado de moda. Depois de várias grifes abusarem do recurso, a Armani resolveu não ficar para trás e lançará em setembro uma campanha que contará com anuncios para revista, tv, internet, outdoors e claro: óculos para dar efeito 3D aos seus anúncios nas revistas "V Magazine", "GQ" e "Interview". Nas demais, os anúncios serão bidimensionais.

*Louca para ver Arthur Sales pulando da revista sem camisa* Ui³!

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Verão Arezzo



Gostei muito da nova campanha de verão da Arezzo, seja pelo design dos acessórios, as cores, e pela campanha publicitária. Mas não dá para não perceber que com esse trio... ficou beein néan? :D~~~ *babando*

Confira mais no site da marca.

quarta-feira, 7 de abril de 2010

Percepção, atitude e aprendizagem



Percepção é atribuir significado as coisas, tomar conhecimento de um objeto, sendo a primeira etapa do processamento da informação através dos sentidos. É a soma de diversas percepções, sendo influenciada por diversos fatores externos, como grau de exposição, grau de complexidade, afinidade, seletividade, grau de relevância e etc.
A percepção de um indivíduo depende de suas características pessoais como opiniões, valores, seu ambiente social, ou seja, os fatores psicológicos, sociológicos e antropológicos.
É o ato inicial da compra, quando vamos tocar, ver, analisar o produto com os nossos sentidos e relacioná-los com nossas experiências anteriores, podemos fazer isto também através dos anúncios publicitários que com suas sugestões nos levam a perceber as mais variadas coisas sobre os produtos. Este ato de perceber o produto é que nos dará suporte para os outros momentos que nos levarão ou não a compra.



O ato de compra resulta da ação simultânea de fatores internos e externos. Uma atitude é uma inclinação, uma manifestação de suas preferências.
Um consumidor pode ter atitudes positivas ou negativas baseadas nos mais variados significados, como por seus conhecimentos adquiridos sobre o produto, por recompensas que ele acredita que receberá ao consumi-lo, pela emoção que o produto lhe trás, por nostalgia, dentre outros.
É importante ressaltar que a atitude não é a mesma coisas que comportamento, a atitude não é observável como o comportamento, e é ela que condiciona a escolha, porém não é somente ela que leva a compra, existem fatores externos.



Segundo Dubois, a teoria da aprendizagem depende dos processos mentais internos do indivíduo. Ela é relacionada a solução de um problema com as informações disponíveis.
A aprendizagem se dará no caso de produtos caros, consumidos pela primeira vez ou duráveis.
Quando vamos comprar uma marca de sabonete diferente da que estamos habituados, e verificamos a existência de um sabonete que é 50% mais caro do que o que estamos habituados a consumir, mas o compramos mesmo assim, já que além de possuímos esse dinheiro a mais disponível, o produto se mostrou interessante, e outros fatores também se mostraram favoráveis. Ao consumi-lo, na hora do banho, o produto se mostra com melhor aroma, mais durável e julgamos que aquele sabonete mais caro é bem melhor que o que consumimos normalmente. Isso é aprendizagem, o modo com através de nossos conhecimentos e valores chegamos a uma conclusão sobre uma determinada coisa.

Percepção, atitudes e aprendizagem são alguns fatores que interferem muito no consumo e devem ser levados em consideração na hora de elaborar o produto e a comunicação do mesmo. São fatores que devem ser discutidos para aprimoramento e tornar o produto sempre uma boa escolha para o cliente.

sexta-feira, 26 de março de 2010

O Consumo por Classes


Percebe-se claramente o quanto que as classes sociais influenciam no consumo, mas para entender essas diferenças no consumo é preciso entender a classe social.
Segundo Dussart (1983) classe social é uma divisão relativamente homogênea e permanente de uma sociedade, no seio da qual é possível classificar indivíduos ou famílias que compartilham valores, modos de vida, interesses e comportamentos de consumo.

Segundo Georges Gurvich (1966) as classes sociais são “grupos específicos de grande envergadura, que representam macrocosmos de grupamentos subalternos, macrocosmos cuja unidade é fundamentada sobre uma superfuncionalidade, sua resistência a penetração pela sociedade global, sua incompatibilidade radical entre eles, sua estruturação arrojada, implicando consciência coletiva predominante e obras culturais específicas”.

As classes sociais são grandes agregações, hierarquizadas, evolutivas, multidimensionais e relativamente homogêneas. Ou seja, por serem grandes grupos a comunicação entre eles não é completa, nem direta, as compras ao atos simbólicos, os produtos reforçam suas posições sociais. Nas classes sociais as pessoas se comportam com uma noção de superioridade ou de inferioridade, mas por essas posições não serem permanentes membros de classes inferiores tentam subir na escala social, e adquirem produtos que simbolizem isso. São medidas de várias formas, pelo grau de escolaridade, pela cultura, pelo cargo profissional e etc, não só pela renda. E os membros de uma mesmas classe possuem comportamentos parecidos, se vestem de forma semelhante, compartilham do mesmo sistema de valor e possuem os mesmos centros de interesse, que servem para apontar adesão ao grupo e marcar território.
Para se medir uma classe social existem vários métodos, o da autodefinição, da reputação, o de Karl Marx, Max Weber, de Loyd Warner, de Holligshead e Reidlich, de Coleman o ABA/Abipeme e etc, mas todos acabam usando principios parecidos, que são: tipo de habitação, zona de residência, grau de escolaridade, renda, profissão e aquisição de bens materiais.

Vários estudos estabeleram uma ligação entre a classe e o comportamento de compra, e os pontos mais relevantes foram:
Os produtos possuem valor social, por isso o nível de consumo de um determinado produto varia por classe.
A classe social também influencia no modo de compra. Como exemplo, temos a classe inferior que compra no cartão para retardar o pagamento e a classe superior que compra no cartão por comodidade. Ou ainda a classe superior que prefere as boutiques e lojas especializadas e a classe inferior que prefere as lojas de proximidade e grandes feiras.

Percebe-se com esse estudo que a classe social é um fator extremamente relevante na publicidade e propaganda, pois precisamos entender essas classes para segmentar de forma adequada o produto e/ou serviço que pretendemos divulgar. Cada classe se comunica de uma forma e é preciso entender a linguagem de cada classe para elaborarmos a melhor estratégia para esse grupo.

Estilo de Vida



O estilo de vida nos proporciona um esclarecimento complementar e interessante já que é determinado por elementos como a cultura, os valores morais e os simbolismos dos objetos.

Para conhecer um comportamento de consumo as variáveis sociodemográficas e as classes sociais nos proporcionam uma visão parcial, e o estilo de vida, apesar de não ter uma base teórica, serve para somar nesses estudos de comportamento do consumidor.

O estilo de vida busca entender o consumo com base no que as pessoas fazem e pensam dentro de várias situações.
Existem várias abordagens para a classificação de estilo de vida, a por valores (VALS), por produtos, e a por atividades, interesses e opiniões (AIO). Abordagens que são criticadas por possuir quadro conceitual pouco rígido, resultados instáveis, fraco poder de previsão e instrumentos de medidas pouco confiáveis.

Mesmo que a fiabilidade e a validade não sejam perfeitamente estabelecidas, os dados de estilo de vida servem para auxiliar na definição de posicionamento e na segmentação de produtos.

sexta-feira, 5 de março de 2010

Preciso tuitar mais (ou não)


Tweet Calories é esse site que a DM9DDB desenvolveu para a Cia. Athletica que calcula quantas calorias você gasta usando o Twitter.
Definitivamente pra quem quiser emagrecer, melhor ir pra academia (Y)

Conheça o Tweet Calories aqui.

sábado, 19 de setembro de 2009

Comunicação individual de massa



Mobile Marketing é o termo usado para campanhas publicitárias em dispositivos móveis. Há várias razões para se apostar nessa mídia que além de altamente segmentada, nos proporciona uma grande interatividade e baixo custo.

O mais explorado desse segmento é o bluetooth marketing, que é uma denominação usada para o conteúdo multimídia, como textos, imagens, áudios, vídeos, aplicativos e jogos, que são enviados através de dispositivos inteligentes.

Além de poderem produzir o efeito viral, não depende do sistema telefônico e o conteúdo pode ser armazenado, permitindo a consulta e repetição da experiência sempre que o usuário desejar. É uma ótima ação a ser trabalhada para aproximar o cliente da marca/empresa que promoveu a ação.

Na sociedade em que vivemos, a população é impactada por uma variedade de informações e anúncios que fica difícil reagir a todos esses estímulos. Porém, os dispositivos móveis, como celulares e blackberrys, estão conosco o tempo todo, são objetos que nos acompanham diariamente e que nós consultamos varias vezes ao dia. Se formos abordados por esses “nossos companheiros” o impacto é muito maior.



Acredito que esse tipo de ação é promissora e deve sim começar a ser levada em consideração no momento de se fazer um planejamento de mídia. As grandes empresas já estão levando mais a sério essas oportunidades. A exemplo disso, temos a Vivo que em sua loja no Shopping Fashion Mall no Rio de Janeiro já conta com várias ações interativas via mobile. Os clientes que estiverem esperando serem atendidos, podem se informar sobre a Vivo e seus serviços através de uma tela de plasma. Para isso, os clientes podem enviar uma mensagem para ativar vídeos que serão assistidos na tela. E as pessoas que ativarem o bluetooth do seu aparelho móvel podem receber conteúdos exclusivos da operadora, como vídeos, wallpapers e ringtones. O mesmo conteúdo também pode ser baixado pelo site, e para acessar esse site os clientes podem digitar o link do site no browser de seus aparelhos, ou fotografar o QR Code que está impresso no totem.

É visível que o número de pessoas que possuem celulares é muito grande, e o de celulares que possuem bluetooth também, números que só tendem a aumentar. E esse poder de interação que esse meio nos proporciona se torna uma maravilhosa mídia de divulgação para o seu produto ou serviço, tornando o atendimento realmente personalizado e também possibilitando promoções mais dinâmicas.

Para quem se interessou e quer se informar sobre o assunto ou conhecer alguns cases, vale a pena conferir o Mobilepedia, um site especializado em cases de mobile marketing e mobile advertising.

quarta-feira, 17 de junho de 2009

Desencannes

Pra quem não conhece, o Desencannes trabalha com propagandas impublicáveis. Sempre dou uma olhadinha no blog deles, o que geralmente me causa muitas risadas.

Abaixo eu selecionei as minhas preferidas. Cliquem nas imagens para vê-las ampliadas.









e a melhor de todas:

Porque marido bom, é marido kappado! HIOAHIOHIOAHIAHIAHIO (6)

terça-feira, 9 de junho de 2009

A importância das redes sociais na divulgação da sua empresa


A significativa participação do Brasil nas atuais estatísticas relacionadas à Internet e às redes sociais virtuais demonstra a importância que ambas adquiriram no dia-a-dia das pessoas. Elas propuseram aos usuários novas formas de interagir, se expressar e opinar sobre os mais diversos assuntos, inclusive sobre marcas.

As redes sociais nos permitem uma interação direta com o usuário, daí a importância de usá-las. Já que hoje em dia fica cada vez mais difícil impactar o usuário com as propagandas convencionais, pois muitos deles já se fecham para certos anúncios, os classificando como chatos ou incovenientes. E esse poder de interação que as redes sociais nos proporcionam se torna uma maravilhosa mídia de divulgação para o seu produto ou serviço, tornando o atendimento realmente personalizado e também possibilitando promoções mais dinâmicas.

O melhor de divulgar nessas redes é o custo, que é zero. Ou seja, não se paga nada para estar presente nessas redes e ainda se tem um meio de divulgação de sua marca importante. O único custo é o de se ter um profissional para cuidar dos perfis e os atualizá-los com uma certa periodicidade, para que os consumidores não sintam que os mesmos foram abandonados e desistam de acompanhar os perfis da empresa na rede.

sábado, 30 de maio de 2009

As árveres somos nozes

Parabéns a Íntegra que ganhou dois prêmios no Prêmio Abril de Publicidade.
Em comemoração, ela fez um viralzinho muito legal. O vídeo é inspirado no famoso As Árvores Somos Nozes, uma alusão ao logotipo do Prêmio.


quinta-feira, 28 de maio de 2009

Menos interrupção ou contextualização?

Tem gente que aproveita a hora do comercial para ir ao banheiro. Mas aqueles que não se levantam do sofá, raramente aguentam assistir a um break comercial completo.

Os programas criam conteúdo que as pessoas querem ver e por consequência atraem a audiência, mas muitas vezes o break comercial chega apavorando e espanta todo mundo. Dependendo da qualidade do break comercial, ele pode reter ou espantar a audiência que o programa havia captado.

Desse fenômeno nasce o zapping de canais, um grave problema para as emissoras que sofrem com a queda da audiência na hora do comercial.

Veículos, agências e anunciantes estão criando maneiras preventivas para segurar a audiência durante os breaks. Deste, dois modelos se destacam

1) Menos interrupção

A Rede Globo está restringindo em 2 minutos o tempo do break comercial de programas como o Jornal Nacional e Globo Esporte. A horário do plim plim ficou mais rápido.



Desta forma ela pretende reter a audiência de seus programas, sem deixar que aqueles comerciais a “atrapalhem”. Perde um pouco de receita, mas ganha em ibope (que talvez permita aumentar o custo da inserção dali um tempo). É uma solução, mas talvez estejam abordando o problema da maneira errada. Pelo menos é o que acreditam os embaixadores do modelo a seguir.

2) Mais contextualização

Se os três minutos habituais de `propaganda` fossem tão interessantes e relevantes quanto o jornal, o risco de haver vazão de audiência e zapping diminuiria bastante. Se a Globo lutasse pela qualidade e contextualização dos comerciais veiculados em sua programação, ela poderia continuar com intervalos de 3 minutos, gerando mais dinheiro de anunciantes, além de manter um ibope melhor.

Por outro lado, tal modelo traria implicações complexas para a criação tradicional das agências (também) tradicionais, já que estas teriam que criar diversas peças levando em consideração o contexto de onde seriam veiculadas (comercial versão telejornal, versão novela 3, versão futebol, etc). Mas se as agências ainda não se movem tanto este sentido, os próprios veículos começam a se proteger do zapping, criando o comercial de seus anunciantes com o mesmo contexto e linguagem do programa.

É o caso do CQC, que durante o programa exibidos diversos “comerciais” criados pelos própios integrantes do CQC (em conjunto com as agências). E tem vezes que o pessoal do CQC acerta a mão mais do que as agências (não é o caso de Skol).



A MTV é outro exemplo que se preocupa com o contexto e a retenção da audiência em seus breaks comerciais. Além de várias marcas criarem peças com uma linguagem específica para ser veiculada na MTV, a emissora infesta os breaks com comerciais com sua própria linguagem da programação (geralmente aqueles visuais freaks que surgem durante o comercial).

Você decide

No final, de duas uma: contextualização ou menos interrupção.

Qual será a solução?


Fonte: Estalo

terça-feira, 12 de maio de 2009

O cadáver publicitário


Terminei de ler o livro "A publicidade é um cadáver que nos sorri" do Oliviero Toscani (a cabeça por trás das campanhas da Benetton). Pra quem já viu as campanhas da Benetton, eu não preciso dizer que o cara é muito bom, mas se você não conhece, procure conhecer pois acredite, você não viu nada de publicidade se não conhece essas peças.

Elogios à parte, Toscani usa o livro para mostrar sua opinião sobre a publicidade e defender o ponto de vista usado em suas campanhas. Conta várias histórias de como suas campanhas foram censuradas e critica o modo de se fazer publicidade. Inclusive dedica o primeiro capítulo inteiro do livro para falar desde mundo fictício da indústria da propaganda. O mundo das pessoas magras, saudáveis, bonitas, sorridentes, bem sucedidas e de dentes brancos.
Se as artes já usam a estética da feiúra a muito tempo para criticar e questionar a realidade, porque a publicidade não pode fazer o mesmo?
Neste ponto concordo com Toscani, a publicidade não deve ser só um instrumento de venda de ideais mentirosos, ela também pode ser um instrumento de denúncia e formação de pensamento crítico.



Ele sempre trabalhou temas polêmicos, como racismo, aids, guerras e sexualidade. E sempre foi tratado como criminoso por isso, como um explorador do sofrimento alheio e não como um crítico do descaso. Se alguém comete um crime na propaganda, essas são as outras campanhas convencionais que cometem o "crime de inutilidade social, mentira, contra a inteligência, persuasão oculta, adoração as bobagens, exclusão e racismo, contra a paz civil, contra a criatividade e contra a linguagem".

"A publicidade não vende produtos, mas um modo de vida, um sistema social. Ela oferece o modelo padrão de existência ocidental feliz, com flocos de milho pela manhã, hambúrgueres ao meio dia, Ford para ir às compras e coca-cola para a sede de hoje." Publicidade eu te amo! E por isso acredito numa publicidade mais engajada, com senso crítico, que saiba utilizar o poder do mercado em favor do consumidor.

segunda-feira, 4 de maio de 2009

Enlouqueça um diretor de arte

Estava tentando atualizar meus feeds e lendo alguns posts antigos. Li um bem cômico (pra não dizer trágico) de como enlouquecer um diretor de arte em 8 passos. Se alguém acredita no futuro deste esporte, pratique, pois funciona.

O mais engraçado disso tudo é que essas coisas realmente acontecem. Eu que trabalho numa revista que funciona junto com um agência, já presenciei muitas dessas atitudes por aqui.

A parte que me chamou mais a atenção foi:

"Microsoft Office
Quando você tiver que mandar um documento para um designer gráfico, certifique-se que ele foi feito com algum programa do Office. Versão PC se possível. Se você tiver que mandar figuras, você terá mais chances de enlouquecê-lo; ao invés de apenas mandar um jpeg ou um raw de câmera digital, insira as figuras em um arquivo de Office como o Word ou Powerpoint.
Não se esqueça de baixar a resolução para menos que 72 dpi, assim eles terão que contatar você novamente para pedir uma versão com a qualidade melhor. Quando você mandar a versão "melhor", certifique-se que o tamanho seja no mínimo 50% menor. E se você estiver enviando as figuras por e-mail, esqueça de anexá-los de vez em quando."

Aqui ja teve cliente, que quando foi solicitada a logomarca da empresa, o cara mandou um adesivo de automóvel. Pior que mandar um papel com a logo é mandar um adesivo, porque além de tudo, a logo ainda vem invertida.

Enlouqueça o diretor de arte por aqui.